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quarta-feira, junho 15, 2005

Guantánamo não fecha


"O vice-presidente dos Estados Unidos da América, Dick Cheney, afirma não acreditar que o que se tem dito sobre a prisão de Guantánamo (Cuba) esteja a prejudicar a imagem dos EUA e reitera que ela não será fechada, contrariando as afirmações recentes de George W. Bush que admitiu estudar essa hipótese."

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Um ambiente razoável ?
Parte essencial da estratégia para vencer a guerra contra o terrorismo ?
Mas será que ele acha que nós somos parvos ?
Claro que não ...
Dick Cheney está a falar para dentro dos EUA ...
Que é onde ganha as eleições ...
Com o resto do Mundo ( incluindo a Amnistia Internacional ) o vice-presidente dos Estados Unidos da América está despreocupado ...
Afinal, se disser que "ou estão comigo ou estão contra mim" sabe que há sempre alguns Governos Europeus dependentes que irão rapidamente concordar com tudo o que ele disser ...
Seja isso o que for ...
Armas de destruição maçiça, etc ...

5 Comments:

At 12:21 da manhã, Blogger Nemesis said...

Sugiro a consulta do estatuto de prisioneiro de guerra na codificação internacional.

É que os presos de Guantanamo não são prisioneiros de guerra.

Grande Abraço

PS - Já cá faltava a provocação companheiro!

 
At 2:03 da manhã, Blogger O Homem das Ilhas said...

Pois ....

Não são mas deviam de ser ...

(Se eles também consultassem a codificação internacional ...)

 
At 10:13 da tarde, Blogger O de boa memória said...

Porque não reduzimos a coisa a uma pena comparável a um crime de pequeno delito?

só um à parte: hoje no Irauqe um "rebelde" para matar um marine matou, igualmente, 23 crianças às quais o soldado americano dava gelados.

Sem dúvida um resistente.

 
At 12:34 da manhã, Blogger O Homem das Ilhas said...

Ó de Boa memória ...

Um assunto de cada vez ... Repara que aqui o assunto é Guantánamo ...

E à falta argumentos, nada melhor do que desviar as atenções ...

P.S. - Se for da maneira populista (as criancinhas a comer gelados), ainda melhor ...

 
At 11:58 da tarde, Blogger O de boa memória said...

Eu como vejo esta questão como um todo e não partilho das atribuições semânticas que alguns insistem em atribuir a indíviduos que atentam contra o meu modus vivendi, sou acusado de ser populista...

Londres, Madrid, Nova Iorque, Istambul, Iraque...

A ideologia está viva de um lado e moribunda do outro,devido às incertezas e imperfeições na definição dos inimigos.

Não há dúvida que a Europa, e europeus, como tu, que advogam o federalismo estão equívocados pois definem como inimigo a abater os EUA e, recusam-se a perceber a ameaça e quem a representa.

Nada têm que ver com nada... esta é a conclusão a retirar do terrorismo.

No entanto, procurar motivações racionais, como a social, demonstra a incapacidade de se afirmar que: Nem tudo é razoável, racional e explicável.

Assitimos ao regresso da "Thimos", ou seja, "o comboio não pára e, não sabemos o que vêm incluído no próximo vagão".

 

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