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sexta-feira, janeiro 28, 2005

Despenalização ?????

Despenalizar drogas leves



A Juventude Socialista (JS) comprometeu-se ontem a apresentar no Parlamento, na próxima legislatura, um projecto de lei para legalizar o consumo de drogas leves .
"Um consumidor de drogas leves continua a ter de recorrer ao mesmo traficante que vende drogas duras", apontou Pedro Nuno Santos, para justificar a legalização do consumo de cannabis e derivados, sublinhando que "não há registo de mortes" causadas por aquelas substâncias. "As drogas leves não são mais perigosas para a saúde do que o álcool ou o tabaco", afirmou o secretário-geral da JS.

A direcção do PS não quis comentar estas propostas.
Para variar.....

2 Comments:

At 1:47 da tarde, Blogger O de boa memória said...

Esta questão já deveria estyar ultrapassada. Este tipo de matérias são do interesse do Estado, por favor deixem-se de hipocrisias e adoptem as propostas que são feitas neste sentido e façam com que o Estado ganhe dinheiro com isto, bem precisamos. E não venham aludir ao chavão: tudo serve para ganhar dinheiro. O álcool é bem mais prejudicial. Sejamos práticos e prgmáticos.

 
At 3:08 da tarde, Blogger Maré Alta said...

É uma boa notícia, mas não é lá muito nova. E como já se viu, pelo que aconteceu noutras alturas, não serão as Jotas que farão a diferença, só por si. Apesar de achar que se houver suficiente autonomia em relação às direcções partidárias, e se as circunstâncias aparelhisticas permitirem, as Juventudes Partidárias podiam assumir posições conjuntas ( seria algo do Outro Mundo, nunca antes visto). E é de relembrar que dos partidos com assento parlamentar só no PP é que a correspondente juventude partidária não admite tal opção política.
Já agora.. de assinalar que esta é uma das 10 propostas da JS para o próxima legislatura, e as restantes são: plano de emancipação jovem, máximo de 20 alunos por turma, gratuidade dos manuais escolares, 12º ano de escolaridade obrigatório, 2º ciclo do ensino superior financiado pelo Estado, educação sexual nas escolas, referendo à interrupção voluntária da gravidez, regulamentação das uniões de facto e regulamentação da prostituição.

 

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